Crepúsculo que data sim

Twilight: The Saga é uma série de cinco filmes de fantasia românica de Summit Entertainment com base em quatro romances por autor americano Stephenie Meyer .. As estrelas do filme eram Kristen Stewart , Robert Pattinson e Taylor Lautner . A série arrecadou US $ 3,3 bilhões em receita mundial e consiste, até a data, em cinco filmes. Ta aí uma série que muitos leram só para ver se era como tinham falado as críticas. Essa popularidade é a questão principal. Vejam a série Crepúsculo: uma história que adapta conceitos dos tão conhecidos seres das trevas que se alimentam de sangue (vampiros) e dos homens que viram monstros nas luas cheias (lobisomens). ‘Café Society’, com Kristen Stewart, ganha trailer e data de estreia no Brasil A Imagem Filmes divulgou o trailer legendado de ‘Café Society‘ e a data de estreia nos cinemas nacionais: 27 de Outubro. A história acompanha um jovem que se muda para Los Angeles na Era de Ouro dos grandes estúdios, curtindo a efervescência da boemia local. Mas eu sei que é um filme sobre vampiros e que verossimilhança não é um valor forte aqui. Ah, sim, e o lance de todo mundo falar de 'prom', ou 'bailinho de formatura da escola'. Eu e a Nathy já estávamos ensaiando uma resenha dupla faz algum tempo, mas não estávamos conseguindo coincidir. Ai compramos o Guia Oficial do Crepúsculo... e por que não fazer esta resenha com um livro relacionada à série que nos fez ser AMIGAS... Twimom e Twifilha. Sim, pois segui em frente achando outras coisas... Você foi atrás de saber mais sobre 50 Tons de Cinza quando descobriu que era baseado em Crepúsculo? Sim, confesso que fui dar umas bisbilhotadas... Crepúsculo estava na moda e era o único título que eu tinha na cabeça pra escrever na hora. Meu professor de filosofia me tirou e me deu uma edição especial que, apesar de ter a capa do filme, acompanhava um pôster. Crepúsculo é uma luminosidade de intensidade crescente ao amanhecer e descrescente ao anoitecer.. O 'crepúsculo matutino' é proveniente da iluminação das camadas superiores da atmosfera pelo Sol, quando embora escondido, está próximo do horizonte.O crepúsculo matutino acontece com os primeiros raios de sol do dia. O 'crepúsculo vespertino' acontece quando a luminosidade aparece de ... Crepúsculo poderia ser uma história comum, não fosse um elemento irresistível: o objeto da paixão da protagonista é um vampiro. Assim, soma-se à paixão um perigo sobrenatural temperado com muito suspense, e o resultado é uma leitura de tirar o fôlego. Um romance repleto das angústias e incertezas da juventude - o arrebatamento, a atração, a ansiedade que antecede cada palavra ... 21 perguntas que vieram à minha cabeça após rever Crepúsculo na idade adulta Superei esse negócio sem sentido de #TeamEdward. É #TeamJacob ou cai fora. by Ehis Osifo

A respiração atrás do meu pescoço

2019.05.07 21:01 skywalkerpg A respiração atrás do meu pescoço

A respiração atrás do meu pescoço
https://preview.redd.it/b10rtf7y6uw21.jpg?width=852&format=pjpg&auto=webp&s=9a3408d3e4188311ca9002c0c3cc66df5d996a63
Acho que todo mundo tem uma história de algo meio esquisito, inexplicável e às vezes assustador. E hoje vou contar uma história de algo que aconteceu comigo. A verdade é que não é uma graaande coisa, mas é algo que nunca achei uma explicação e talvez nunca ache, mas de vez em quando me pego pensando sobre.
No fim dos anos 90, lá por 1998/1999, quem viveu naquele tempo sabe que o mundo tava bem turbulento. A proximidade da virada do milênio e a superstição forte como nunca. A paranoia reinando, coisas loucas acontecendo, o bug do milênio (que prometia fazer o mundo entrar em colapso porque a máquinas iriam todas parar de funcionar devido a um erro de programação), o povo da teoria da conspiração então, nem se fala né? E olha que era um período pré-internet, imagino se fosse hoje em dia, afinal de contas tivemos datas como 2012 ou 06/06/2006, mas sempre são datas que a pessoa tem que ouvir um monte de coisas sobre e no fim acaba sendo um medo de uma "panelinha" fechada. Agora o ano 2000 era escrachado, apavorante. Era a virada de um milênio. Sim, a virada foi em 2001, mas como falei, era algo instintivo e o 2000 era simbólico.
E obviamente, eu sendo uma criança, estava com medo também, era assustador olhar na TV e ver pastores fazendo uma pilha de itens de pokemon e tacando fogo enquanto um monte de fiéis apoiavam. O RPG era coisa do Diabo... E aquilo estava me deixando preocupado. Coisas que eu gostava e de repente eram do Diabo, eu ia pro inferno por causa daquilo.
É claro que eu fazia na maior inocência, porém criei um peso na consciência, também foi o tempo em que comecei a gostar de Rock. Ouvia The Offspring, Bad Religion, eu tinha uma fita que gravei de um CD de alguém que peguei emprestado.
Naquele tempo eu fazia judô e natação durante a tarde e quando começava a anoitecer eu voltava pra casa. Era bem calmo, aquele crepúsculo bem laranja e tal... Nessa época todos os amigos da minha quadra tinham ido embora, então eu ia direto pra casa, colocava aquela fita e ficava sozinho em casa olhando pela janela a noite cair.
E foi em uma dessas vez que eu estava lá na sala, olhando pela janela que aconteceu. Eu estava de joelhos no sofá e com os ombros apoiados na janela. Atrás de mim tinha o espaço do meio da sala e na parede oposta o móvel onde ficava a TV e do lado o aparelho de som onde a fita estava tocando. Naturalmente eu ficava de costas pra sala enquanto olhava escurecer. E do nada ouvi um som em atrás do meu pescoço de uma inspiração bem forte, seguida de uma expiração. Tipo de quando você puxa o ar com tudo e então solta. Como se alguém tivesse chegado em casa, aberto a porta e vindo de mansinho pra fazer isso.
Eu dei um grito e um pulo, olhei pra sala e não tinha ninguém, corri pro som e o desliguei. Chequei a porta e tava fechada, fiquei com medo, olhei pro corredor escuro pra dentro da casa. Morri de medo, mas chequei rapidinho a casa, e ninguém. Acabei decidindo descer e esperar minha mãe chegar.
Eu nunca soube o que foi aquilo, mas foi uma das coisas mais assustadoras que passei, especialmente com a paranoia daquela época. Como sou de família muito religiosa, o que pensei de imediato é que era o Diabo se manifestando pelos meus pecados. Com o passar dos anos a cabei começando a pensar sobre ter uma explicação pra aquilo. Mas foi tão perfeito, que é difícil imaginar algo que não pareça uma gambiarra em forma de explicação.
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2017.10.09 05:46 pedrothegrey Magnum Opus

I. Nigredo
"Considere o instante inicial, o instante no qual toda ciência atual falha em compreender, em que toda matéria, espaço e tempo, estavam comprimidos em um tamanho infinitesimalmente pequeno e de repente... Bang. É assim que se cria um universo. Considere as famílias destruídas no oriente, os pais e mães que já não sentem a perda de um filho pois já perderam tantos, e os pais e mães que se unem para assassinar os de seu sangue. O sorriso escondido de um padre para uma criança, as guerras e as lágrimas derramadas. As discussões inflamadas de duas partes erradas, o casal que já não se ama e o que não pode se amar. Jackson Pollock entendia a forma do mundo, e o ele é caos. Formado pela causa primeira, antes mesmo de Deus existir já existia o acaso, e é dele que somos filhos. Mas ao menos nós, desde o século XX, temos lidado com esse problema de forma direta, diferente das eras anteriores, onde nos escondíamos em cobertores metafísicos por toda a vida, utilizando a mesma bengala invisível que data de Aristóteles. Mas não se engane com meu tom, não sou uma personagem melancólica, tampouco acho esperança no vazio, respondo apatia com apati..."
Eu paro de digitar subitamente. Meu chefe se aproxima do meu cubículo e me lembro que estou com um relatório atrasado. É o segundo esse mês, droga. Não entro em pânico, deixo que ele venha e abro rapidamente o Microsoft Word. Quando ele chega, se depara com uma tela vazia. Ele para atrás de mim, é um homem não muito alto, com cabelos brancos e um pouco gordo. Veste-se sempre com calças e sapatos marrons e camisas listradas verticalmente de variadas cores. Tinha um inconfundível cheiro de cigarros e suor seco e um olhar quase morto.
– Acho que eu nem precisava dizer isso - Disse ele -, mas o relatório da semana está atrasado. Alberto, essa já é a segunda vez, teremos que fazer disso um aviso formal.
– Chefe, eu peço desculpas, de verdade. Estou tendo alguns problemas e...
– Não quero ouvir mais nada, Alberto. - Disse, me interrompendo - Trate só de não atrasar mais nada. E quero o relatório ainda hoje na minha mesa.
Ele sai do meu cubículo assim que termina de falar. Eu espero ele entrar no escritório e saio para beber água. Puxo um copo de um daqueles saquinhos e entorno água gelada nele. Bebo toda a água em um gole e quando deixo o copo abaixar, Beatriz está olhando para mim. Ela é uma mulher baixa, já tem filhos, se veste com inconstância e não tem um cheiro característico. E além disso, ela é a supervisora do meu setor.
– Outra vez essa semana? - Ela perguntou com uma voz áspera - Você não se importa com esse trabalho? Está ansioso para perdê-lo? Você sabe que só não foi demitido ainda porquê eu conversei com o chefe. Tem muita gente querendo a sua vaga, sabia?
– Olha, Beatriz, eu estou com problemas pessoais. - Respondi, gentilmente - Eu trabalho aqui há 5 anos e nunca faltei sem motivo, nem atrasei nenhum relatório antes. Esse é um caso isolado, garanto que não vai acontecer mais.
– É muito difícil construir uma reputação, mas é muito fácil acabar com ela, Alberto.
Ela continua babando enfurecida, e eu desvio minha atenção. Olho para o relógio e já são 18 horas, finalmente. Desço para o estacionamento, entro no carro e vou pra casa. Um pouco antes do meu bairro, beirando o asfalto, se ergue um pântano denso. Com pequenas canaletas que seguem correndo por baixo das raízes altas, as folhas e a grama que caem podres quase derretem quando nadam gentilmente na superfície dos pequenos rios que correm ali. Aquele lugar tem um aspecto quente, úmido e isolado. Em uma parte da rua, andando pelos arredores do pântano, pelo asfalto, se abre um pequeno caminho, uma trilha, que segue para dentro do pântano. É praticamente invisível, só depois de alguns anos olhando, todos os dias, para ali, que eu pude notar a tal trilha.
Chego em casa, ligo o computador e assisto alguns filmes e vídeos. Me distraio por duas horas, esquento uma comida velha e vou me deitar. Costumo sempre me deitar virado para a janela. Neste dia, um pouco antes de me ajeitar de baixo do cobertor, vi, parado na janela, um corvo. Ele bicava a janela, como que pedindo para entrar e virava seu rosto para o lado, tentando me encontrar com seus olhos sem brilho. A lua foi logo encoberta por nuvens e os ventos ficaram mais e mais fortes. Eu precisava dormir, no dia seguinte eu ia ter trabalho em dobro. Do lado do móvel da cama tinha um livro velho, que eu usava para apoiar os pés da mesa da sala, e o jogo na janela. O corvo se assuta e voa para longe, mas a tempestade continua a se formar.
Eu acordo às 6. Pego meu café amargo e sento na cama, e me ponho a olhar para a janela. Uma espécie de agonia cresce em mim, inominável, mas de presença inquestionável. Olho para o jardim suspenso que fica no muro da casa, bem atrás da janela. Minhas flores morreram, maldita tempestade. Me arrumo, entro no carro e saio. Passo pelo pântano, austero, tento não dar muita atenção para ele. No meio do asfalto, um cachorro morto, atropelado. Seu intestino se estica até a calçada, mas não por mero acaso, um corvo o puxa, mais e mais e mais. Ele olha para mim novamente, virando o rosto para o meu, sinto uma risada no ar e o corvo voa.
Estaciono o carro e dou meu primeiro passo no escritório. Logo ouço a voz de Beatriz.
– Já são três erros graves essa semana, Alberto. TRÊS! Eu estou indo conversar agora com o chefe.
Eu me lembro nesse instante, tínhamos uma conferência mais cedo hoje. E eu já tenho dois avisos formais. Droga, é hoje. Bebo água, cansado. Tenho uma longa, jurídica e tediosa conversa com o chefe. Despedido. Dizem que piadas não precisam ser boas, elas só precisam do timing certo. Mas estragar o timing da piada pode ser, por si só, uma piada. Quando comparam a vida com uma piada, não é à toa.
II. Albedo
Passam-se duas ou três semanas, e minha vida consiste em caminhadas da cozinha até a sala e da sala até o banheiro. Já não leio mais como antes, nem ouço músicas, nem vejo filmes. Eu somente deixo uma tela ligada saindo qualquer tipo de som e imagem. Estou alheio. O dinheiro está acabando, minuto a minuto. Eu deveria estar procurando outra vaga em outro escritório, mas eu não estou. Eu me deito no sofá divagando, pensando em todas as oportunidades que tenho agora, tantos escritórios que poderiam me contratar. Sonho que entrego o curriculum e ele é lido seguido de um longo sorriso e um aperto de mãos. Imagino meu primeiro dia, a bela secretária me oferece café, eu aceito cordialmente. Os primeiros apertos de mão e os primeiros sorrisos dos novos e revigorados colegas de trabalho. O trabalho de memorizar os novos nomes e rostos.
Mas tudo não passa de sonhos de sofá. Meu celular começa a convulsar.
– Alô?
– E aí, Alberto? Há quanto tempo! - Disse a voz.
– Desculpa, quem é mesmo?
– É o Carlos. Você está sumido, está tudo bem por aí?
– Sim, sim. - Uma breve pausa - E por aí?
– Tudo normal. Vem cá, nesse sábado quer tomar um Chopp?
– Ah, bom, eu não sei. Que dia é hoje?
– Quinta... Você está perdido mesmo, cara. Até esqueceu o dia. - Disse, rindo.
– É. - Ri forçosamente - Eu tenho que ver, tenho um compromisso com alguém, se acontecer de desmarcarem eu te aviso. Mas agradeço o convite.
– Eu te conheço há 20 anos, cara. Recusar o convite eu entendo, mas você com um compromisso com alguém? Essa é nova. Bom, aproveite. Me ligue se precisar de alguma coisa.
Por mais ofensivo que pareça, ele não deixa de estar correto. Colecionei pouca gente ao longo dos anos, é verdade. Eu posso repetir a hipótese de que os livros e os filmes realmente me fizeram companhia, ou eu posso aceitar a verdade. Eu sou chato, talvez até desinteressante. E digo isso com muita sinceridade. Em um olhar indiferente para a janela, vejo no quintal alguns pombos brancos que ciscam a grama e os restos da ração do cachorro. Fossem canários, eu teria admirado por mais tempo, mas pombos só nos inspiram ódio e violência. Dessa vez foi ligeiramente diferente, apenas senti afastamento. Era uma cena bonita, mas nem tanto. Meu cachorro estraga um momento sublime perseguindo-os e eles voam, barulhentos.
No fim do segundo mês já não há mais dinheiro. E se não havia vontade e determinação para seguir um emprego, agora não havia nem mais a cogitação da possibilidade de seguí-lo. O isolamento agora é rotina e o jejum não é mais voluntário. Vasculho todas as gavetas e os armários e não encontro nem uma migalha de pão. O dia chegou em que eu sairia de casa sem nenhum tostão. Tenho um estranho ímpeto de colocar meu casaco, como se eu não tivesse mais como voltar naquela casa. Passo por cima da minha alma, como sempre, e não presto atenção nos detalhes. Ponho o pé na rua e o sol castiga o asfalto, é quase possível ouvir ele gritar de tanto calor. Sigo andando para frente, pensando que talvez o destino me guiasse para qualquer lugar, mas quando percebo é tarde demais. Estou fazendo o caminho para o antigo escritório e na minha frente se ergue a trilha escondida.
Monstruosamente denso, com raízes altas das árvores e rios de água densa e quente (quase borbulhante), o pântano se apresenta para mim. Escuro, denso e isolado, tudo que um indigente precisa. Começo a andar pela trilha, pisando cuidadosamente, tentando evitar a lama mas no quarto ou quinto passo meu tênis já estava encharcado. Eu olho para trás e a visão do asfalto já havia sumido há, parecia, algum tempo. As árvores escuras se mexiam e faziam muito barulho. Os galhos se quebravam na ausência do vento. O pântano estava me recebendo com uma festa. Repentinamente, a paisagem densa acaba e dá lugar a um pequeno círculo plano na raíz de uma montanha, circundado por esse rio sujo que segue para a trilha de onde vim. Ali, naquele pequeno oásis de mansidão, existe uma árvore que se destaca das negras árvores do pântano. Se ergue ali, uma frondosa macieira, carregada de belas e suculentas maçãs, rubras como o olhar de uma mulher ou o crepúsculo de verão.
III. Rubedo
Sacio minha fome com duas ou três maçãs e me sento na sombra da árvore. Me incomodava, durante a trilha, a ausência de sol que assolava e umedecia o lugar, mas agora que me batem os raios de sol no rosto, prefiro me esconder na sombra de uma bela árvore. Eu não procurava sombra, mas abrigo. Eu puxo meu celular do bolso para conferir e, por incrível que pareça, ainda havia sinal de telefone. Me ponho a rir. De que adiantava o sinal agora? Para quem eu iria ligar? E tudo para quê, voltar para casa? Não, a macieira é minha nova casa de aluguel. Foi por causa dela que não morri, e é por ela que, agora, vivo.
Em pouco tempo, vejo as desvantagens do meu novo imóvel. Um pequeno residente do pântano, ou talvez um morador da montanha na qual estávamos encostados, um esquilo, bebe água do rio quente que segue para a trilha. Em movimentos rápidos ele olha para mim, e volta a beber, olha e bebe, olha e bebe, olha e... cai. A água parece ser veneno, afinal. E o esquilo boia e segue a corrente do pequeno rio.
Eu começo a pensar em como eu posso me sustentar aqui, sem água. É fato que as maçãs tem bastante líquido, mas é possível sobreviver somente com isso? E além disso, em pouco tempo eu teria esgotado o estoque de maçãs e não posso esperar algumas semanas para comer mais. Eu estava em um dilema. Eu não posso voltar pela trilha, pois ela sumiu. O pântano somente me trouxe aqui, e não pretende me deixar voltar. Só me resta, portanto, tentar subir a montanha. Esse empreendimento resultou ser mais difícil do que parece. A raíz da montamha é íngreme, e todo passo dobra meu esforço. A grama fina e mole não me deixa segurá-las com as mãos e usá-las como cordas. Eu tento, em vão, inúmeras vezes subir a montanha e sou cuspido dela em todas as tentativas.
Eu caio pela última vez, e o sol agora se prepara para ir embora. As sombras mais pesadas começam a cair e o azul do céu fica cada vez mais pálido. Meu destino se apresentava diante de mim e tudo que eu devia fazer era abraçá-lo, somente abraçá-lo. A luta, a perseverança e a esperança são atributos da luta contra o destino. Quando o homem se curva perante a vontade da natureza e entende o propósito verdadeiro da sua existência, é lhe dada uma estrada suave para caminhar. Tão suave que qualquer um, até mesmo um indigente - melhor dizendo, especialmente um indigente - pode caminhar por ela. E com um destino tão belo, tão belo.
O momento é sublime. A beleza daquela hora me emociona profundamente, e choro, enquanto uma infusão de vermelho com o já pálido azul se mostra na abódada acima de mim. Me levanto e seco as lágrimas, pego uma maça e dou uma última mordida. Tiro uma semente e a jogo para cima da montanha. Quando o azul do céu já se contorce e se desmancha, e as sombras são cada vez mais pesadas, eu coloco minha mão no rio e bebo da água quente do rio. O pântano aplaude com galhos quebrando, folhas espalhando-se e raízes se mexendo. E eu caio em paz, ao lado da frondosa macieira, para sempre minha casa.
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